BPO FISCAL- Como a Terceirização de Processos Contribui para as Áreas Fiscal e Contábil

BPO FISCAL- Como a Terceirização de Processos Contribui para as Áreas Fiscal e Contábil

  O avanço da tecnologia trouxe para o mercado muitas facilidades, uma delas é desempenhar atividades à distância através de soluções digitais, ou seja, processos que antes eram feitos de forma manual, agora são automatizados e realizados remotamente. Com base nisso, a procura por terceirização de processos ou serviços de BPO para diversas áreas, cresce a cada dia. Mas, como este tipo de serviço pode contribuir com setores tão complexos como FISCAL e CONTÁBIL? BPO (Business Process Outsoursing), especificamente para as áreas Fiscal e Contábil, trata-se da terceirização de processos relacionados às entregas de obrigações acessórias, acompanhamento de calendário fiscal, recebimento de notas fiscais e gestão de impostos. Sabemos que, o grande desafio de um setor fiscal diante da complexidade tributária no Brasil, é seguir todas as obrigações impostas pelo fisco, acompanhando um calendário que pode ser alterado a qualquer momento. Contratar uma grande equipe pode custar caro, e ainda assim não solucionar o problema, acarretando custos com o pagamento de multas e juros. A contratação de um BPO torna-se então, uma solução inteligente, já que, todo o processo operacional será de responsabilidade de uma consultoria especializada e totalmente focada nesta área, permitindo que, sua empresa deixe de gastar tempo com atividades manuais, dando foco em trabalhos estratégicos, como, por exemplo a análise da tomada de crédito. Na medida em que uma empresa especializada cuida de toda a parte burocrática da instituição, acontece a racionalização entre empresa e fisco. As principais obrigações acessórias que podem ser controladas e entregues através do BPO, considerando os âmbitos Federal, Estadual e Municipal são: EFD, ECD, ECF, GIA Estatual, SPED, Portaria CAT42, Portaria...
Principais Métricas Ágeis Para Gerenciamento de Projeto

Principais Métricas Ágeis Para Gerenciamento de Projeto

Por Viviane Otaviano Gerente de Projetos da Flux-It   Toda vez que penso em indicadores e métricas, recordo‐me de uma frase de um autor americano especialista em gestão de processos: H. James Harrington, que diz:   “Metrificar é o primeiro passo para o controle e eventualmente para a melhoria. Se você não consegue medir algo, você não consegue entendê-lo. Se você não consegue capturá-lo, você não consegue controlá-lo e se você não consegue controlá-lo, você não consegue melhorá-lo”.   Antes que você pense que estou fazendo qualquer apologia à cultura do comando e controle, gostaria de compartilhar que, para mim, controle é a capacidade que uma equipe tem de manusear e desenvolver ferramentas que promovam um ambiente de autogestão. Desde que eu comecei a trabalhar como Gerente de Projetos, tenho lidado com dois pontos de vista quanto às métricas: 1. No primeiro, as métricas são aplicadas como ferramentas que buscam simplificar a equipe em números, e a única razão para coletá‐las visa exigir respostas das pessoas e criar conflitos perigosos. Exemplos deste tipo de métricas são número de testes unitários escritos por desenvolvedor, velocidade individual etc. 2. No segundo, as métricas são utilizadas com o intuito de promover ações de melhoria contínua e, a partir das respectivas visualizações, trazem visibilidade sobre a saúde do processo ao time. Além disso, sua análise promove um ambiente em que os cenários dos prazos de entrega são projetados a partir de uma base consciente (interpretação) e consistente (histórico real da equipe). Dado que estamos em um meio onde queremos entregar melhores produtos de software para os clientes e usuários, incluir em nosso repertório...