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E-commerce – Como organizar a área financeira

7 jun

É relativamente simples começar um negócio online. Existem ferramentas que facilitam a montagem de vitrines virtuais, a divulgação pode ser feita até em redes sociais e, quando menos se espera, o e-commerce pode começar a crescer. No entanto, você sabia que assim como nos empreendimentos offline, eles também precisam de uma área financeira organizada para prosperarem?

Sim, o controle eficiente e diário de entradas e saídas, assim como das taxas de rentabilidade é essencial para quem busca alcançar e manter o sucesso. A boa notícia é que, com o mercado financeiro em evolução e as novas soluções digitais que as fintechs lançam todos os dias, é cada vez mais fácil organizar as finanças no e-commerce.

Um gestor, muitas funções…

A maioria dos e-commerces começam pequenos e vão se desenvolvendo de uma forma orgânica. Normalmente, contam com apenas uma pessoa cuidando de tudo: tecnologia, fornecedores, atendimento aos clientes, logística e, claro, o controle financeiro. Com esse acúmulo de funções, alguns detalhes de administração financeira podem passar despercebidos, principalmente para quem não tem experiência na área.

Mas, uma vez organizado, o controle financeiro do e-commerce fica muito mais fácil de ser acompanhado e corrigido para alcançar os objetivos de negócios, rentabilizando seu e-commerce.

Essa organização pode até ser simples. A verdade é que um bom planejamento financeiro deve ser entendido por quem vai usá-lo no dia a dia, pois o gestor precisa acompanhar constantemente os resultados. Assim, é possível saber o que corrigir rapidamente para voltar a lucrar.

 

Dicas básicas para o controle financeiro do seu e-commerce

Nenhum empreendedor quer perder dinheiro e ver seu negócio falir. Em vez de ficar paralisado pelo medo, leia atentamente cada uma das dicas que listamos para ajudar no gerenciamento de sua loja online.

1. Tenha um plano de negócios do seu e-commerce

Um plano de negócios é um documento que detalha objetivos, estratégias, mercado, ameaças e oportunidades que o e-commerce pode enfrentar. Ele ajuda a manter o foco, a direção para o crescimento sustentável. Por isso deverá conter: quanto dinheiro é necessário para que a empresa se mantenha e de onde ele virá.

2. Tenha um calendário financeiro

Confiar na memória para se lembrar de datas de pagamento de impostos, contas, salários e fornecedores pode ser um péssimo negócio. Cada esquecimento pode resultar em gastos extras com juros e multas.

Um calendário financeiro evita problemas e ajuda você a organizar as finanças do e-commerce. Pode ser em papel? Pode. Mas hoje existem opções online, com recursos diversos como lembretes para você nunca se esquecer de um compromisso importante.

 

3. Regularize seu e-commerce

Manter uma empresa sem que ela esteja regularizada é um erro que muitos empresários iniciantes cometem, por falta do aconselhamento adequado. Mesmo que dê certo por um tempo, os riscos de perder dinheiro com multas por falta de licenças para operar no mercado, são grandes. Além disso, se o e-commerce não estiver regularizado, fica mais difícil tanto conseguir investimentos quanto ampliar as vendas.

 

4. Separe os gastos pessoais dos gastos da empresa

No começo, principalmente se o e-commerce for pequeno, é comum que os empresários misturem as contas. Mas, uma vez que a empresa já está regularizada, será necessário ter um bom controle do fluxo de caixa. Para isso, manter as contas (pessoal e da empresa) separadas, ajuda a ter uma visão mais clara do que é gasto e do que é lucro.

 

5. Conheça os custos – de verdade

Na empolgação e vontade que o e-commerce dê bons resultados, é muito comum que empresários minimizem custos, arredondando valores para baixo e fazendo projeções irreais dos gastos e investimentos. É necessário saber de todas as despesas (fixas e variáveis) que envolvem a empresa para fazer uma projeção acertada e evitar surpresas desagradáveis.

6. Organize os Tributos do seu e-commerce

Entenda qual é o enquadramento tributário do seu negócio. Você precisa saber inicialmente qual seu regime tributário (Simples Nacional, Lucro Presumido ou Lucro Real), assim conseguirá saber quais os impostos você terá que pagar.

Um imposto muito comum para o e-commerce, já que este tipo de negócio possíbilita a venda para todos os lugares, é o DIFAl – Diferencial de alíquotas do ICMS, ele é um cálculo usado para operações interestaduais para consumidor contribuinte final e não contribuinte de ICMS. 

Nós temos alguns artigos no nosso Blog que falam sobre este tema. Veja abaixo:

Se informe muito sobre este tema, e tenha soluções que te ajudem a administrar estes pagamentos de forma automática, para que você não precise de recursos e alto investimento nessa área, e possa investir mais tempo com a estratégia de vendas.

Uma dica de outro para este desafio é usar a solução de pagamento de tributos Banco Útil, que faz o pagamento das Guias GNRE, para todas as UFs em até 15 minutos, sem a necessidade de bancos tradicionais, ou seja, você não terá mercadoria parada, e nem a dor de cabeça de abrir conta em diversas agências bancarias. Tudo isso com um baixo custo de investimento. Para ter acesso a esta ferramenta, clique aqui, e agende uma conversa.

7. Controle o fluxo de caixa – todos os dias

Essa dica é uma extensão da anterior. Controlar o fluxo de caixa, ou seja, todas as movimentações financeiras do seu e-commerce (entradas e saídas de dinheiro) é importante para que você consiga entender se vai conseguir cobrir seus custos e ter lucro. É a partir desse controle que você vai saber se seu negócio está dando o retorno necessário, se há pontos que precisam ser revistos ou se existem problemas que precisam ser corrigidos imediatamente.

 

8. Corte gastos supérfluos

Após todo o exercício de conhecer custos e controlar o fluxo de caixa, provavelmente você poderá identificar oportunidades para cortar gastos supérfluos. Analise o que é realmente necessário e o que pode ser cortado, sem esperar um momento de crise para isso – o exercício de eliminar despesas supérfluas é importante para manter a saúde financeira do seu e-commerce.

Mas, atenção: alguns cortes podem impactar diretamente a qualidade percebida pelo consumidor, e isso afeta o faturamento. Lembre-se que, se o público ficar insatisfeito, vai procurar outro e-commerce.

 

9. Conte com a tecnologia na condução de seu negócio

Hoje existem diversas soluções tecnológicas que simplificam processos do departamento financeiro e tornam esse trabalho mais eficiente. O Banco Útil, por exemplo, oferece soluções de automatização que valorizam seu tempo.

Existem algumas plataformas de pagamentos recorrentes, e de vendas online, que te ajudam a organizar as vendas e o dia a dia.

 

10. Crie um fundo de emergência e mantenha um capital de giro

Contar com recursos para manter os pagamentos em dia em caso de eventualidades é tão importante quanto se planejar para cobrir as despesas dos meses em que os lucros são menores. Perceba que são duas situações diferentes, a primeira é um imprevisto e a segunda não. Por isso, é necessário ter em mente um fundo de emergência e um planejamento para seu capital de giro.

Lembre-se que nenhum setor da economia está isento de passar por crises financeiras, e por vezes elas afetam a todos, não é mesmo?

 

 

 

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